segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Piada de ADM


Um diretor de produção, um diretor de marketing e o presidente da empresa estão na rua a caminho de uma reunião. Ao atravessarem um parque encontram uma lâmpada antiga. Esfregam a lâmpada e de repente aparece um gênio.O gênio diz-lhes:


- Só tenho 3 desejos, por isso, terão um cada um.O diretor de produção diz logo:

- Eu primeiro, eu primeiro!

- e exprime o desejo:

- Eu quero estar nas Bahamas, ao volante de um barco ultra-rápido. E puff!!! Partiu.

- Agora eu, agora eu!!!

- grita o diretor de marketing.

- Eu quero estar nas Caraíbas, rodeado das mais belas mulheres e com uma fonte inesgotável de cocktails exóticos. Puff!!! Partiu.Em seguida diz o gênio ao administrador:

- É a sua vez.O presidente diz:

- Eu quero estes dois cretinos de volta ao trabalho depois do almoço!


MORAL DA HISTORIA:Deixem sempre o chefe falar em primeiro lugar!




(3) postado por: Anatacha Sobreira

domingo, 16 de novembro de 2008


Unibanco e Itaú anunciam fusão e criam gigante financeiro

Banco deverá ser o maior do hemisfério sul, segundo comunicado.

Nova controladora será denominada Itaú Unibanco Holding S.A.

Os bancos brasileiros Unibanco e Itaú anunciaram na segunda-feira (3/novembro) que se unirão para formar um conglomerado com valor de mercado entre os 20 maiores do mundo. O novo banco deverá ser o maior do hemisfério sul, segundo comunicado oficial do banco Itaú.


Segundo a nota da instituição, a operação “surge em momento de grandes mudanças e oportunidades no mundo, particularmente no setor financeiro”.

A operação precisa ser aprovada em assembléias extraordinárias de acionistas - previstas para serem realizadas entre a última semana de novembro e a primeira semana de dezembro -, pelo Banco Central do Brasil e demais autoridades competentes, como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Procurado pelo G1, o Cade informou que irá avaliar os riscos concorrenciais apenas após ser notificado da operação. As instituições têm 15 dias para notificar o órgão.

Segundo as instituições financeiras, o novo banco resultante da fusão terá R$ 575 bilhões em ativos e patrimônio líquido de cerca de R$ 51,7 bilhões. Contará com aproximadamente 4,8 mil agências, representando 18% da rede bancária; e 14,5 milhões de clientes de conta corrente, ou 18% do mercado.

Em volume de crédito, representará 19% do sistema brasileiro; e em total de depósitos, fundos e carteiras administradas, atingirá 21%.

Ainda de acordo com o comunicado oficial do Itaú, nada muda operacionalmente para os clientes dos dois bancos neste momento. Todos continuarão a utilizar normalmente os diferentes canais de atendimento, cheques, cartões e demais produtos e serviços.

(4) Postado por: Solange Oliveira;

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/

sábado, 15 de novembro de 2008


Uma empresa em compasso de espera

A Petrobras se preparava para dar o maior passo de sua história quando foi surpreendida pela crise financeira global e pela queda no preço do petróleo. Agora a empresa refaz as contas para tentar dar início à exploração das reservas do pré-sal

Por Samantha Lima

No calendário dos executivos da Petrobras, o mês de novembro é tradicionalmente marcado por um processo conhecido como desdobramento. É quando os diretores da empresa informam aos gerentes as metas previstas para o ano seguinte. O objetivo é garantir o andamento do plano de investimentos da estatal - uma alocação monumental de recursos que, em 2007, chegou a 112 bilhões de dólares, a ser investidos até 2012. Aos gerentes, por sua vez, cabe estabelecer metas para suas equipes para que cada funcionário saiba exatamente o que terá de fazer no ano seguinte. Geralmente, o desdobramento é concluído em janeiro. Mas em 2008 essa corrente de planejamento foi quebrada. Até agora a Petrobras não definiu seu plano de investimentos para 2009, a base de todo o processo, e ninguém sabe exatamente o que fará nos próximos meses. Com a crise global do sistema financeiro, a Petrobras colocou em revisão todos os investimentos já acertados para o próximo ano. Debruçados sobre as novas variáveis econômicas, os diretores da empresa se lançaram numa rotina extenuante, em que analisam continuamente informações coletadas por 40 grupos de trabalho ligados às áreas operacional, financeira e administrativa. Nas últimas quintas-feiras, as reuniões do alto escalão da companhia têm, invariavelmente, atravessado a madrugada. "Não vejo a hora de isso tudo acabar", diz um dos diretores da estatal. Embora as discussões ainda estejam em andamento, algumas decisões já são dadas como certas por pessoas próximas ao centro de decisão da Petrobras. Os projetos da área de exploração e produção, responsável pela retirada do petróleo da camada do pré-sal, deverão ter participação ainda maior no volume total de investimentos, hoje na casa de 60%. "É a produção do petróleo que garantirá caixa à empresa e musculatura para obter condições favoráveis de financiamento no mercado", diz o engenheiro Marco Tavares, sócio da consultoria Gas Energy. A direção da Petrobras, no entanto, deve ser bem menos condescendente em relação a outros projetos. Os planos para a área petroquímica e de refino, por exemplo, com investimentos da ordem de 30 bilhões de dólares, deverão ser suspensos. Isso significa que a construção de três novas refinarias nos estados do Maranhão, do Rio Grande do Norte e do Ceará será afetada pelos cortes e deverá sofrer atraso de pelo menos dois anos. O mesmo deve ocorrer com as obras da unidade petroquímica no Rio de Janeiro. Os empregados da estatal também já sentem os impactos da crise, antes mesmo de as decisões mais importantes serem anunciadas. Na semana passada, José Sergio Gabrielli, presidente da Petrobras, usou a rede interna de TV para conclamar os funcionários para economizar em tudo. De eventos a viagens. nullDe maneira geral, empresas de todo o planeta têm realizado em maior ou menor intensidade processos de revisão de projetos. No caso da Petrobras, essa situação chama a atenção pelo porte do que está na mesa de discussão. Oitava maior empresa de petróleo do mundo, a Petrobras se prepara para aquele que talvez seja o passo mais importante de sua história. Com a extração de óleo da camada do pré-sal, a empresa se vê na perspectiva de dobrar de tamanho em uma década e se tornar a quinta petrolífera mundial. Apenas com os campos de Tupi e Iara, as reservas subiriam de 14 bilhões de barris para até 26 bilhões. E ainda há outras oito reservas no pré-sal para perfurar e dimensionar. Ao todo, as reservas podem chegar a até 80 bilhões de barris. Tudo seria perfeito se não fossem necessárias montanhas de dinheiro para tirar o óleo de lá. Por baixo, calcula-se que, só para fazer jorrar petróleo de Tupi e Iara, serão investidos 140 bilhões de dólares. Em 2007, a Petrobras fez uma previsão de gastos considerada otimista. A idéia era investir cerca de 112 bilhões de dólares até 2012. Com o cenário mais nebuloso, discute-se neste momento quanto será investido e como será o novo cronograma desses investimentos. Mas uma coisa já está definida: o prazo para retirar petróleo das camadas mais profundas do pré-sal deve (no mínimo) ser alongado. A exploração da área vai exigir uma complexa equação financeira em que se levarão em conta tanto a falta de liquidez mundial como a queda no preço do petróleo. Calcula-se que, devido à dificuldade de extração a uma profundidade de 7 000 metros a partir do fundo do mar, o óleo do pré-sal só seja lucrativo em um cenário em que o barril esteja cotado a pelo menos 60 dólares. Abaixo disso, a exploração do pré-sal se tornaria inviável. Outra questão crucial é o financiamento dessa operação. Dona de um caixa robusto, cerca de 6 bilhões de dólares, e de um grau de endividamento considerado baixo, 46% da geração de caixa, a Petrobras se preparava para custear o projeto com fontes externas de recursos. Há exatos seis meses, Gabrielli anunciou que a estatal captaria 5 bilhões de dólares ainda neste ano para o início da exploração do pré-sal. Como até as crianças de 7 anos sabem, a crise secou a fonte externa. Claro que Gabrielli ainda pode recorrer ao caixa para financiar parte desses projetos, mas, segundo os especialistas, essa não seria a melhor opção. "São tantas variáveis envolvidas que fechar essa conta se transformou em um enorme desafio", diz o analista Nelson Rodrigues, do Banco do Brasil. Em que pese a imensa tarefa de refazer um plano de dezenas de bilhões de dólares praticamente às cegas, a Petrobras pode sair revigorada do tranco provocado pela crise global e pela queda no preço do petróleo. Parece contraditório, mas no caso da maior empresa brasileira faz todo o sentido. Em qualquer corporação, momentos de exuberância costumam significar menos controle de gastos e baixo índice de seletividade de projetos. Em uma estatal, como a Petrobras, em que a União é a grande controladora, esse risco aumenta. Junto com a bonança, começa a florescer um ambiente propício para a politicagem. Os projetos de novas refinarias no Nordeste - um pleito do ex-governador maranhense e hoje ministro de Minas e Energia, Edison Lobão - são exemplos claros das duas situações. "Não há sequer logística para levar o petróleo para essas áreas. É um total disparate", diz um ex-diretor da Petrobras. Na empresa, a sensação é que este é o momento de correção de rota. "Caiu a ficha de que não vai dar para fazer tudo. Agora é hora de tirar do orçamento o que não faz sentido", diz um executivo da companhia. Não será nada fácil. Embora se espere mais espaço para os argumentos técnicos nas decisões, é impossível fugir ao fato de que a Petrobras continua no foco - e sob a influência - do governo. Em Brasília, é dado como certo que a empresa vai arcar com cerca de 15% dos investimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento, estimados em 500 bilhões de reais. Além disso, o governo ainda discute mudanças na Lei do Petróleo. Especialistas do setor defendem a manutenção da legislação atual, mas o governo Lula ainda não abandonou a idéia de criar uma nova estatal apenas para administrar as reservas - e as receitas - do pré-sal. Para sorte da Petrobras e de seus acionistas, o assunto anda meio esquecido. A queda no preço do petróleo e a crise mundial calaram, ao menos por ora, as vozes que defendem a criação de mais uma estatal. Com isso, a Petrobras pode se concentrar naquilo que realmente importa: escolher os projetos em que vai investir nos próximos anos. E tentar convencer Brasília de que somente os critérios técnicos devem balizar essas decisões.

(3) Postado por: Solange Oliverira;

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Por dentro do CRA




Milhões de famílias norte-americanas foram convencidas de que suas residências não deviam ser consideradas lares, lugares de abrigo e convivência, mas sim ativos financeiros. Essa patologia sustentou mais uma pirâmide de operações especulativas que desabou. Nesse contexto, todos voltamos a defender a intervenção do Estado e a regulamentação. É um recomeço. Mas não se deve imaginar que seja um caminho fácil. Em proporções bem menores nós, os brasileiros, presenciamos uma gangora diária no movimento das bolsas nacionais e na cotação das moedas estrangeiras.Há mais de 20 anos, Hyman Minsky, ganhador de um Nobel, advertia que os EUA haviam transitado para o que ele denominou "capitalismo administrador de dinheiro". À frente do sistema não mais estavam capitães de indústria, mas gestores de ativos líquidos. Imersos em um ambiente muito competitivo, avaliados trimestralmente por sua capacidade de valorizar as carteiras que administram, esses gestores são intrinsecamente agressivos, inventivos e, no limite, inescrupulosos. Se não forem predadores competentes, acabam sendo caçados. Em tempo recente o próprio ex-xerife do banco central norte-americano confessou o erro na avaliação do verdadeiro papel daquela casa reguladora da economia.A composição das carteiras se altera diariamente. Apostam em tudo - no valor relativo das moedas, nos preços de commodities, nas ações em Bolsa, em variações infinitesimais das taxas de juros -, sempre operando em mercados futuros, inexistentes. Criam sem parar novos "produtos" financeiros, cada vez mais complexos e opacos. Realizam transações que movimentam bilhões, mas que se concluem sem que haja entrega física de nenhum bem. Fazem muitas contas, mas que não têm nada a ver com o cálculo econômico, em sentido tradicional, pois vivem em um mundo de soma zero. Mesmo assim, têm lucros extraordi¬nários. No Brasil, são conhecidos pelo eufemismo de "investidores in¬ternacionais". Voltaire dizia que o Sacro Império Romano não era sacro nem império nem romano. Os neoliberais nos dizem que um descuido gerou uma bolha especulativa que será corrigida com algmp.as resoluções do Banco Central. E uma piada. No andar de cima desse sistema não há propriamente bolhas especulativas em um fluxo de investimentos. Há bolhas de investimento em um fluxo de especulação. Especuladores não são um corpo estranho na sociedade norte-americana. Fundos de pensão, fundos mútuos e outros investidores institucionais predominam, representando milhões de pessoas e alargando a base social da atividade rentista. Todos vivem muito acima de seus próprios recursos. A imposição, ao mundo, dessa forma de gestão da riqueza ganhou um nome de fantasia: globalização. Exigiu a construção de espaço financeiro homogêneo para além das fronteiras dos EUA. A finança se tornou global, mas a moeda continuou nacional, o dólar. Os países que se atrelaram a esse sistema volátil precisam se proteger acumulando reservas, ou seja, esterilizando seus próprios recursos em títulos do Tesouro dos EUA. Financiados assim pelo mundo, puderam os EUA nesta década, ao mesmo tempo, manter déficits estratosféricos, generalizar endividamentos, fazer guerras, cortar tributos e aumentar o consumo, tudo isso com um desempenho econômico rastejante. Essa incrível combinação só é possível porque a dívida "externa" do país e os produtos que importa estão expressos na moeda que ele mesmo fabrica. O capitalismo administrador de dinheiro é um sistema complexo, que criou raízes fundas na sociedade americana e está associado à geopolítica do Estado. Está se tornando completamente disfuncional para o mundo, mas não temos instituições capazes de produzir uma transição ordenada. Esse é o dilema. O resto é conversa para boi dormir.

Palavra do Presidente...
Que a globalização é um tema interessantíssimo não há duvidas, não somente como seres humanos beneficiados pelos avanços oferecidos, mas também pelas vantagens que o bom uso dela traz aos profissionais, principalmente nós futuros gestores, que tanto dependemos das relações entre pessoas, informações e lugares.
Contudo esse "post" me chamou atenção por outro motivo: A fonte; a quem desconhecer esse é o site do nosso conselho, o Conselho Regional de Administração: o CRA AMRR.
Na pagina da web constam não só matérias interessantíssimas como essa sobre Globalização, e ainda informações gerais sobre o Conselho e demais assuntos relevantes a nós futuros Administradores. Infelizmente, a divulgação de informações sobre o conselho não é mais amplamente divulgada, contudo, aí vai uma dica a quem quiser saber mais sobre nossa profissão acesse o site, visite a sede enfim, começar a fazer de fato parte do nosso futuro profissional.

(3)Postado por: Márgilla Brandão.

terça-feira, 11 de novembro de 2008


Eleição nos EUA
Barack Obama, 47 anos, é o próximo presidente americano


O senador democrata Barack Hussein Obama Jr., de 47 anos, será o próximo presidente dos Estados Unidos. Primeiro negro a disputar uma eleição presidencial por um dos grandes partidos americanos, ele derrotou o senador republicano John Sidney McCain, de 72 anos, na eleição realizada nesta terça-feira, segundo projeções divulgadas pelos maiores órgãos de imprensa dos EUA. Dentro de 76 dias, Obama será empossado em Washington, devolvendo o poder ao Partido Democrata depois de oito anos.
Nascido no Havaí -- o primeiro presidente eleito desse estado --, Obama é filho de um queniano, negro, e de uma americana do Kansas, branca. Terceiro presidente eleito mais jovem (perde só para John Kennedy e Teddy Roosevelt), é formado em Direito. Foi senador estadual de Illinois, estado em que mora, e ocupava havia quatro anos um assento no Senado americano. Sua curta trajetória na política nacional foi um dos argumentos usados por McCain para desqualificá-lo. A juventude, contudo, pesou a favor.
Candidato do partido de oposição ao presidente George W. Bush, Barack Obama baseou sua campanha nos altíssimos índices de rejeição do atual ocupante do cargo. De acordo com as mais recentes pesquisas de opinião, Bush é o presidente com pior avaliação da história americana. O democrata conseguiu cativar o eleitorado ao adotar a bandeira das reformas como mote da corrida. "Mudança em que podemos acreditar" foi o slogan da campanha, em que Obama se apresentou como agente transformador.
Palco - Concorrendo à Presidência há quase dois anos, o presidente eleito iniciou sua trajetória rumo à Casa Branca na campanha que reelegeu George W. Bush. Foi na Convenção Nacional Democrata de 2004, quando John Kerry era o candidato do partido, que Obama se destacou pela primeira vez em um palco nacional. Escolhido como orador principal do encontro partidário, foi fartamente elogiado pela retórica eloqüente e por representar uma nova geração de democratas. Naquele ano, tornou-se senador.
Apesar da projeção conquistada em 2004, Barack Obama iniciou sua campanha à Presidência como azarão. Afinal, os democratas pareciam convictos de que a senadora Hillary Clinton, mulher do último democrata a ocupar a Casa Branca, seria a escolha natural do partido. A disputa interna começou oficialmente em janeiro, com o início da série de primárias partidárias nos estados americanos. O furacão Obama varreu Hillary depois de seis meses de uma briga dura e acirrada. A senadora passou a apoiá-lo.
Iniciada a corrida contra John McCain, o presidente eleito foi alvo de ataques implacáveis. O republicano centrou fogo na inexperiência de Obama, classificado de "ingênuo" por aceitar a hipótese de dialogar com líderes de países hostis aos EUA. Também apostou fichas na questão tributária, acusando o democrata de planejar cruéis aumentos de impostos para conseguir pagar seus projetos mais ambiciosos, como a ampliação da cobertura dos serviços de saúde. A crise econômica global, porém, mudou a briga.
Ataques - Apontado nas pesquisas como candidato com melhores condições para recuperar a economia americana e recolocar o país no caminho da prosperidade, Obama passou a subir nas pesquisas no decorrer de outubro. Ao final do mês, tinha ampla vantagem sobre o concorrente, que disparava ataques cada vez mais incisivos. Em seus comícios, McCain passou a receber simpatizantes que chamavam Obama de "socialista", "terrorista", "traidor" e "antipatriótico". O efeito da ofensiva, contudo, foi limitado.
O republicano, que poderia se tornar o mais idoso presidente eleito para um primeiro mandato, chegou ao dia do pleito com uma desvantagem um pouco menor, mas seus porcentuais nos chamados estados-chave -- que costumam decidir a eleição nos EUA -- eram motivo de preocupação para o partido de Bush. Na eleição desta terça, essa tendência se confirmou. Logo nas primeiras horas após o fechamento das urnas, Obama foi declarado vencedor em estados decisivos como Ohio, Pensilvânia e Michigan.
Por volta das 2 horas de quarta-feira (5 de novembro, no horário de Brasília), as principais redes de TV americanas consideraram a eleição decidida, com a divulgação das projeções de estados como Califórnia, Havaí e Virgínia. O resultado final oficial da apuração só deverá ser conhecido dentro de alguns dias, já que o sistema eleitoral americano inclui o uso de cédulas de papel. Mas no parque Grant, em Chicago, a cidade onde o presidente eleito mora, a festa começou poucos segundos depois do anúncio extra-oficial.

(2) Postado por: Solange Oliveira, Fonte: http: //www.veja.com.br/

domingo, 9 de novembro de 2008

Os 10 mandamentos do "grande líder" e as lideranças na pequena e média empresa.



1. Humildade - Jesus, reunido com seus discípulos, quando lhe perguntaram, para dizer quem era o maior e o mais importante no "reino do céu"? Respondeu, consciente de sua tarefa de Líder diante de seus apóstolos, olhou em torno - sem irritação -, tomou uma criancinha nos braços e disse: aquele que for humilde e semelhante a está criancinha, é o maior no "reino do céu", pois, elas são naturalmente simples, puras e não estão contaminadas pelo senso do preconceito, vaidade e hierarquia;
2. Inspirador - Jesus buscava todo o tempo, se fazer seguir por um grupo de pessoas de forma expontânea. Procurava transmitir confiança e segurança, e empurrava os colaboradores para a frente, estimulando a vontade de vencer em todos os momentos que se relacionavam. Valorizava a força do grupo e entusiasmava a utilização do potencial em conjunto. Tinha todas as iniciativa "do Líder" e atuava de forma preventiva, antecipando-se aos eventuais erros ou qualquer desvio de resultado. Tinha a exata compreensão de que as ações de mudanças, exigiam as tomadas de providências, sem ficar "dourando a pílula". Como Líder, não esperava as "coisas acontecerem"; ele fazia com que as "coisas acontecessem" em função dos objetivos traçados;

3. Conselheiro - Como grande educador que foi, apesar de comunicar-se com autoridade, Jesus deixava claro a todos, que era necessário se ter a compreensão e a humildade de entendimento; que todo Ser Humano tem algo a ensinar e a aprender. As pessoas estão em constante aprendizado, pois a qualquer momento, devem estar preparadas, e a disposição, para exercerem papeis de educadores. Desta forma, Jesus queria delegar poderes, para que não tivesse que fazer tudo sozinho. Delegando autoridade, conseguia multiplicar e incentivar às pessoas a desenvolverem seus "dons pessoais", fazendo do grupo uma verdadeira "usina de idéias". E isso é ser um verdadeiro e autêntico Líder;

4. Oratória - Era de uma simplicidade rara, utilizando-se dos acontecimentos do "dia a dia" de seus colaboradores, e tinha como principal objetivo levar - o tempo todo -, o grupo a exercitarem o raciocínio. Com esta maneira simples e clara, transformava seus discípulos em vários "oradores" e desta forma conseguia multiplicar a sua mensagem em todos os cantos da terra. Jesus tinha enormes dificuldades, pois suas propostas baseavam-se - num porto seguro -, o da igualdade, respeito e amor ao próximo, que eram constantemente questionados, porém, com seus discursos inflamados arrastava imensas platéias, nunca perdendo de vista, que devia ser sempre, um Líder que buscava a união das pessoas, através da empatia (do olho no olho), nunca da submissão, radicalismo e opressão. Sempre fazia com que seus seguidores acreditassem na sua oratória e as demonstrava com suas atitudes e comportamentos;

5. Compreensivo - Jesus, ao comandar um grupo, que aprendia algo totalmente novo, o fazia com bom senso, companheirismo e na compreensão e desta forma buscava constantemente fortalecer as relações humanas. Cabia a ele como Líder, entender que: 1º - confiar e acreditar no seu grupo; 2º - dar a chance a todos de aprenderem com os erros; 3º - Incentivar o grupo a tentarem sempre de novo, nas mais difíceis situações. 4º - Jamais, permitia que houvesse julgamentos, pois do mesmo modo também seriam julgados; 5O - Perdoava aos que eram sinceros no arrependimento e estimulava os seguidores de suas importâncias; 6º - Sabia da importância de se valorizar os membros do grupo; 7º - Entendia que só é respeitado que for capaz de desenvolver a "auto-estima", essencial para o encontro do autoconhecimento; 8º - Transmitia a todos que ao reconhecerem o erro e assumi-lo, entenderiam o quanto era importante mudar os conceitos e formas de ações. Permitir o erro é permitir-se aos caminhos do crescimento;

6. Confiança - Possuía uma visão ampla e realista do "todo", e por isso lutava pêlos interesses de todos que estavam sob o seu comando(sem protecionismo ou paternalismo). Com determinação, transmitia a confiança necessárias em si e nos outros, deixando claro, quais eram seus objetivos e metas, e mantinha-se fiel a elas. Estimulava seus colaboradores a entenderem o grande significado de cada tarefa e a se sentirem responsáveis por elas. Confiança mutua e, na equipe, significava que todos podiam expor seus pontos de vistas, falando abertamente suas discórdias, sem qualquer receio de perseguições e ou retaliações;

7. Compaixão - Jesus, carregava e transmitia a todos uma vontade incrível de ajudar às pessoas, bastava surgir qualquer problema, lá estava ele, determinado para auxiliar, e com isto conquistava o respeito e a admiração da equipe, demonstrando a sua capacidade na solução de problemas (transformava os problemas em grandes oportunidades). Desta forma e com uma certa rapidez (na época), transformava-se em uma verdadeira capacidade em aglutinar pessoas, conseguindo desenvolver uma imagem de vencedor, extremamente saudável e positiva;

8. Comprometimento - Jesus, em sua árdua tarefa, sabia que não bastava o seu grupo estar envolvido, necessitava, fazer com que estivessem comprometidos na defesa de uma causa. Reconhecia que ao procurar atingir as "mentes" das pessoas, elas precisavam saber lidar com as "dificuldades intangíveis", por isso jamais se abatia ou desanimava, diante das adversidades que encontrava. A participação ativa de um Líder faz com que o impossível se torne algo possível, até porque, é o algo que nunca foi tentado. E este era o diferencial de Jesus, pois tinha a grandeza de entender que os seus ideais, talvez não seriam vistos ou aproveitados por ele e sua equipe, mas sim pelas equipes e gerações futuras. Comprometer-se apaixonadamente por um ideal na defesa de uma causa, é o fundamental no desenvolvimento de um espirito de liderança comprometida;

9. Acessível - Ele conseguia visualizar o que os outros não conseguiam ver. Se um problema era apresentado, aonde quer que estivesse, ele procurava resolve-lo e desta forma tornava-se acessível às pessoas. Jamais foi arrogante, nem mesmo quando foi lançado diante de seus julgadores. Como Líder era flexível, receptivo e de coração aberto;

10. Ter fé - Acreditar na causa que se abraça, é o verdadeiro "elo de ligação contaminadora" para com os demais membros de uma equipe. Não é, e não deve ser um sonho, e nunca uma imposição intransigente. Toda e qualquer liderança surge espontaneamente, e elas sempre vão existir. No caso especifico de Jesus, ele fazia-se notar, porque buscava o crescimento de outras pessoas, e ai seus apóstolos acreditavam em seu Líder e "ele" acreditava na capacidade de seus seguidores, baseando-se no fazer juntos, unidos, com vontade. Exercitavam (os bens intangíveis) a Fé na crença sem provas, mas com confiança sem qualquer reserva. Todos comprometidos com os objetivos.

Textos desenvolvidos baseando-se no livro - NAZARÉ - Sérgio Motta - Editora Gente - 1999.
Autor: Gemir Cassan

Em um ambiente de trabalho, precisamos, a todo o momento, tomar decisões e conseqüentemente, assumir a responsabilidade das nossas ações. Quando alguém resolve ser líder, ele precisa saber de duas coisas fundamentais e de grande importância: o seu autocontrole e a sensibilidade em lidar com pessoas.

Os gestores não lidam apenas com máquinas, capital ou dinheiro, mas trabalham, sobretudo, com pessoas, influenciando para executar tarefas, com o objetivo principal de alcançar um resultado ágil e satisfatório (lucro). Quando tomamos a decisão de sermos líderes de equipes precisamos também tomar algumas atitudes como desenvolver um bom relacionamento interpessoal, ter uma boa comunicação, saber escutar e exercer a cooperação, independente de que área o líder terá que atuar.

(2) Postado por: Anatacha Sobreira, FONTE: http://www.rhportal.com.br/

domingo, 2 de novembro de 2008

Concurso público: uma boa opção para você


O desemprego tem crescido por conseqüência da falta de políticas públicas adequadas, pela alta dos juros, pelo excesso de tributos e de burocracia, bem como pela falta de incentivo à educação e à produção. Se você está desempregado ou em um emprego onde não está satisfeito, há uma solução chamada concurso público. O concurso público, ao selecionar as pessoas pelo mérito e não pelo apadrinhamento, tem o poder de melhorar não só a qualidade do serviço público, mas também de ser um excelente caminho para você, leitor.
Em regra, para se obter uma vaga no serviço público, é necessário se submeter a um processo seletivo, através de concurso público. É uma seleção aberta a todos, onde o candidato deve responder a uma prova e é considerado classificado conforme sua nota. A estabilidade é considerada a maior vantagem do concurso público, uma vez que os governos (federal, estadual e municipal) não demitem seus funcionários. Isso só acontece com terceirizados e não concursados.
Há também outras vantagens: salários atrativos (algumas vezes mais altos que nas empresas privadas), carga de trabalho razoável, aposentadoria diferenciada, plano de saúde, status etc. Você recebe seu salário todo mês, não é demitido, tem direito a férias, 13º etc. Outra vantagem muito importante: você recebe do governo para servir à coletividade, ao próximo. Sua atividade profissional será útil para o País.
Atualmente vivemos um período com muitos concursos públicos, havendo mais de um milhão de vagas a serem abertas nos próximos anos, a partir de 2007. Teremos concursos para milhares e milhares de cargos públicos. É só abrir os jornais para descobrir como é grande a oferta de vagas. Existem concursos para todos os tipos de atividade e para todos os níveis de escolaridade e de remuneração.
Se você quer ser um servidor público, deve começar a se preparar com seriedade e antecedência para isso. Pois não é um processo rápido, nem fácil. Passar em concurso é trabalhoso, leva tempo, exige dedicação e disciplina. Por outro lado, as compensações e prêmios por esse esforço são recompensantes. Ou seja, vale a pena. Embora não haja um prazo determinado, as pessoas levam em média de 1 a 3 anos para serem aprovadas, se trilharem o rumo certo. Imagine se você, leitor, daqui a 3 anos, puder estar um emprego estável, respeitado, bem remunerado, com a chance de fazer a diferença e melhorar a vida do próximo? Imagine em 3 anos ter status, tempo para a família, exercer parte da autoridade pública e ainda ter direito à aposentadoria?
Bom, esse tipo de notícia me leva a pensar sobre nós acadêmicos de administração e sobre nosso futuro profissional. Isto é, nos preparamos por basicamente 4 anos em uma instituição de nível superior pra nos tornarmos profissionais capacitados para gerir pessoas e entidades da melhor maneira possível, mas, e depois quais vão ser os caminhos escolhidos?
Vale a pena optar somente por estabilidade? Meu perfil se encaixa nesse tipo de atividade? Minhas ambições financeiras serão o único determinante de futuro? E que tipo de profissionais nos tornaremos?
Os concursos são extremamente atraentes sim, isso é indiscutível; mas eles são a melhor opção?

(2)Postado por: Márgilla Brandão.


Fonte: http://www.pciconcursos.com.br/comopassar/123